
Conforme prometido da última vez, relato aqui hoje o que decifrei dos papéis encontrados junto às coisas guardadas da minha mãe.
São 5 cópias, uma em cada folha, de registros da Comune di Pontedera - que me parece ser uma localidade italiana. Como subtítulo, "Indice Mobile del Registro di Populazione". Em seguida vem os dados de cada morador.
São 5 cópias, uma em cada folha, de registros da Comune di Pontedera - que me parece ser uma localidade italiana. Como subtítulo, "Indice Mobile del Registro di Populazione". Em seguida vem os dados de cada morador.
Pesquisando na maravilhosa Internet, vi que Pontedera é uma cidade industrial na região Toscana, na Itália, na província administrativa de Pisa. Fica a 31 km de Pisa, na Itália Central.
Localiza-se no Vale do Arno, na confluência desse rio com o Era.
Tem perto de 46.000 km quadrados de área, e está a cerca de 14 m acima do nível do mar.
Seu nome originou-se de Ponte do Rio Era.
Vi também que Piombino, onde nasceu Leonilda, irmã de meu avô Gino, é uma linda cidade próxima à Ilha de Elba, com mais de 30 km de costa, no Mediterrâneo. É famosa por seus visitantes ilustres, como Leonardo da Vinci, e pelo governo da irmã de Napoleão, Elisa Bonaparte.
Hoje estou com quase 65 anos e nunca fui à Europa. Mas vendo a história e as fotos na Internet, especialmente de Piombino, fiquei com uma vontade enorme de viajar para lá, para esses cantos da Familia Pochini original, mergular nesse passado, respirar o mesmo ar que meus antepassados sorveram, ver coisas que os olhos deles viram; como se isso pudesse resgatar as vidas passadas, como se isso pudesse nos redimir do alheamento e da indiferença que mantivemos até aqui.
Hoje estou com quase 65 anos e nunca fui à Europa. Mas vendo a história e as fotos na Internet, especialmente de Piombino, fiquei com uma vontade enorme de viajar para lá, para esses cantos da Familia Pochini original, mergular nesse passado, respirar o mesmo ar que meus antepassados sorveram, ver coisas que os olhos deles viram; como se isso pudesse resgatar as vidas passadas, como se isso pudesse nos redimir do alheamento e da indiferença que mantivemos até aqui.